(in)Tolerância!

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Antes de compartilhar uma lição que aprendi recentemente, gostaria de expressar minha alegria por ter sido convidada para fazer parte deste blog, que eu sei que será um canal de benção para muitas pessoas e que irá alcançar muitas vidas através da Palavra de Deus! É uma satisfação escrever textos para publicar neste cantinho que foi feito com muito carinho para vocês, leitores.

Após ter dado banho na minha filha, deixei-a brincando e fui guardar os itens que havia utilizado, então deixei cair o pote dos cotonetes e foi aquela bagunça: cotonete pra todo lado! Na hora pensei: “poxa, deixei cair… foi sem querer” e enquanto me abaixava, calmamente, para pegá-los, o Espírito Santo falou claramente ao meu coração: “então por que quando Ricardo derruba alguma coisa você logo reclama e não entende que também foi sem querer?”. Quando meu marido deixa cair algo no chão, especialmente se a nossa filha está dormindo, geralmente eu reclamo. Algumas vezes não falo, mas faço aquela cara de “eeeeeita!”. Sabem como é, né?

Essa situação me fez refletir muito em como somos intolerantes com os erros dos outros, mas tão compreensivos com os nossos. E não para por aí, além disso ainda queremos que os outros sejam flexíveis quando erramos. Isso mesmo! Não entendemos os erros alheios, mas suportamos muito bem os nossos e queremos ser tratados com extrema benevolência quando somos nós quem falhamos. A palavra do Senhor nos diz que devemos suportar uns aos outros em amor, com humildade, mansidão e paciência (Ef.4:2) e também que os frutos do Espírito são: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança (Gl. 5:22). Portanto, somos capazes, sim, de agir de tal forma e aprendermos, cada vez mais, a refletir o caráter de Jesus em nós. Percebam que tudo é uma questão de amar o próximo como a nós mesmos, não é verdade? Amar com o verdadeiro amor ágape, aquele que tudo suporta, aquele que não se irrita e nos faz buscar os interesses do outro.

Quando estamos casados é muito fácil reparar os defeitos do cônjuge e apontá-los, mas não podemos esquecer jamais que nós também não somos perfeitos e que estamos passíveis a cometer erros. Devemos ter sempre em mente a importância daquela pessoa em nossa vida, o projeto perfeito de Deus que é a família e o quanto devemos zelar pelo seu bem estar, pois, quando as coisas pequenas do dia-a-dia vierem roubar a nossa paz, estaremos firmes no Senhor para dizer: “comigo não! Eu tenho o amor de Deus derramado em mim e vou frutificar o que há de melhor aqui dentro!”.

“Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão.” (Mt.7:3-5).

Por Camilla Oliveira

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